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PARA SE COMO DOAR
TORNAR
UM DOADOR 1. Há a coleta pela veia do doador
• Realizada pela máquina de aférese; doa-
1. É preciso tar de 18 a 55 anos, boa saúde ção similar à de plaquetas sanguíneas.
e se cadastrarem um Hemocentro. • O doador recebe medicamento por cinco
dias, o que estimula a multiplicação das
2. Um teste em laboratório, o HLA, deter- células.
mina as características genéticas do possí- • As células migram da medula para as ve-
vel doador. las e são filtradas.
3. No cadastramento, o voluntário doa 2. Há a doação pelo osso da bacia,
5 ml de sangue, que passará por exame. feita na grande malorla das vezes.
• O doador recebe anestesia geral e, por
4. Os dados vão para o Redome (Registro uma agulha, a medula é aspirada do osso
Nacional de Doadores de Medula Óssea). da bacia.
• A quantidade doada é de 10% da medula
• O médico vai informar sobre qual é total e em 15 dias ela já estará recomposta.
a melhor forma de coleta de células. • Requer internação por cerca de 24 ho-
• Dependendo da doença e da fase em que ras; nos três dias após a doação pode haver
sa encontra, o paciente pode se beneficiar desconforto localizado.
mals com min dan formas de doação. • Isso pode ser amenizado com o uso de
analgésicos e medidas simples.
LEMBRE-SE • Em geral, os doadores retornam às suas
Para o doador, os procedimentos podem atividades habituais após uma semana.
ser difíceis, mas são passageiros.
Para o doente, o transplante é a
diferença entre a vida e a morte.
Bateria de exames garante seguran-
ça do procedimento; só uma em cada
três pessoas consegue doação de fami-
liares; chance de achar doador compa-
tível é de 1 em 100 mil.
Segundo Luis Fernando Bouzas, dire-
tor do Inca (Instituto Nacional do Câncer),
só 30% dos pacientes conseguem doado-
res na familia.
Fontes: Luiz Fernando Bouzas, coordenador do
Redome e diretor do centro de transplante de medula
óssea do INCA (Instituto Nacional do Câncer). Ana
Cynira, hematologista da Santa Casa de Miserocórdia
e voluntária da Ameo (Associação da Medula Óssea
do estado de São Paulo) e Ana Lúcia Comacchioni,
coordenadora do Comitê Científico Médico da Abrale
(Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)
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