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ANEURISMA DA AORTA
               ABDOMIMAL

   É a dilatação da aorta na altura do
abdome Estima-se que um em cada cinco
aneurismas do tipo se rompa. prejudicando
a irrigação de sangue para os rins e
os membros inferiores. aterosclerose,
normalmente, é a principal causa.

   Sintomas: dores fortes na barriga e nas
costas são os sinais mais comuns quando
há sangramentos.

   Risco: o rompimento pode causar
hemorragia generalizada e levar à morte,
além de outras complicações, como
trombose

   Fusiforme em formato de fuso

   O TRATAMENTO                             COMO PREVENIR
   É definido de acordo com o tamanho       Segundo especialistas, o aneurisma in-
e a localização do aneurisma. O estado      tracraniano é congênito, ou seja, nasce
do paciente também vai definir qual         com a pessoa e, por isso, não tem como
intervenção é mais adequada:                ser evitado. Já os casos de dilatação na
   1 - Cirurgia convencional -              aorta podem ser prevenidos com há-
Consiste na abertura do local onde          bitos saudáveis para que os vasos não
está a artéria atingida para normalizar     sofram com o acúmulo de gordura.
o fluxo sanguíneo. No crânio, os
médicos utilizam clipes metálicos           FATORES DE RISCO
para bloquear a alimentação do              *Hipertensão arterial
aneurisma. No tórax e na região             *Fumo
abdominal, um pedaço da aorta é             *Drogas
cortado e substituído por um tubo           *Álcool
sintético.                                  *Diabetes
   2 - Técnica endovascular - Feita         *Estresse
por meio de um cateter (pequeno tubo        *Colesterol
de plástico) e com a ajuda de monitores.    *Isquemia vascular
Quando chega à área dilatada, o cateter     *Sono (um em cada 3 sangram du-
solta pequenas molas de platina, que        rante o sono)
bloqueiam o fluxo de sangue para o          *Esforços físicos (durante a rela-
interior do aneurisma, prevenindo sua       ção sexual, inclusive)
ruptura.                                    *Ser parente próximo (filho) de pa-
                                            ciente com aneurisma

Fontes: cardiologista José Augusto Marcondes de Souza, da Unifesp, neurocirurgião Roberto Godoy, do Hospital
              Beneficência Portuguesa, e neurologista Eberval Figueiredo, do Hospital das Clínicas.

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